conecct speed: como entender nativos do inglês

Como entender nativos do Inglês: O Connected Speech

Entender nativos do Inglês não é a tarefa mais fácil do mundo. Afinal, a agilidade e uniformidade com que se comunicam tornam a compreensão dos termos mais difícil.

Porém este fenômeno, longe de nos afastar do Inglês, deve nos aproximar dele.

Por isso, hoje, entenderemos a natureza do Connected Speech e como treinar adequadamente.

Com a ajuda de alguns mecanismos divertidos e interessante, tudo será mais simples.

E então? Você vem comigo?

Connected Speech e seu impacto para entender nativos do Inglês

Connected Speech é o resultado esperado, ao se ter naturalidade com um idioma. Pois, para entender nativos do Inglês, é necessário possuir certa familiaridade com a língua.

Desse modo, vale recordar que o Connected Speech não é um fenômeno único do Inglês. Ele ocorre em todo e qualquer idioma, e faz parte de nosso dia a dia.

Traduzindo o termo, chegamos ao conceito de “Discurso Conectado”. E por que conectado? Porque as palavras ditas têm sua pronúncia conectada. Há, portanto, “link” (ligação) entre elas.

É possível e até mais interessante avaliarmos a questão com nosso bom e velho Português. Afinal, neste país de dimensões continentais, o que mais temos é riqueza.

Veja: você já viajou para um Estado brasileiro muito distante do seu de morada? Ou, pelo menos, já teve contato com alguém de outro extremo do país?

Se a resposta for fim, tente se lembrar como era. Provavelmente, a depender da região, tornava-se um tanto mais complicado entender o falante.

Talvez pela velocidade diferente.

Ocorre que, em nossas vidas, nos acostumamos profundamente com nossa comunidade. Por uma série de questões e tendências, acabamos uniformizando nossas ações, inclusive a fala.

Justamente por isso, ao conversarmos com vizinhos, familiares e colegas de trabalho, tudo parece natural. Já estamos perfeitamente adaptados aos padrões comuns.

Porém, quando temos contato com alguém de fora, presenciamos o diferente. Nosso cérebro precisa se esforçar mais, para a compreensão. E, óbvio, isso demanda tempo e energia.

Contudo repare bem: estamos falando de nosso idioma materno. Apenas com algumas características diferentes.

Trazendo um idioma estrangeiro à questão, fica simples: entender nativos do Inglês é uma tarefa de acostumar-se.

Entendendo o Connected Speech com exemplos práticos

A teoria, você já entendeu. Mas exploremos ainda mais a questão, trazendo alguns exemplos práticos e recorrentes.

Comecemos pelo próprio Português, para iluminar de forma ainda mais precisa.

Existe uma piada bem engraçada que brinca com o regionalismo próprio de Minas Gerais. Embora seja simplificação e estereótipo, ela nos servirá bem.

Diz a piada que, numa pausa para um café, uma galinha mineira perguntou à outra:

— Pó pô pó?

Ao que a galinha respondeu:

— Pó pô. (ba dum tshiiiiii)

Repare que a graça do chiste repousa num estereótipo. Ele diz que, em Minas Gerais, as palavras tendem a ser encurtadas.

Por isso, “Pó pô pó?” seria a adaptação regional da frase “Pode (ou posso) pôr o pó?”. Todavia, pela conveniência e regionalismo, as ligações entre as palavras as encurtam.

É justamente isso que chamamos “Connected Speech”: a ligação íntima e insolúvel entre as palavras, na fala de um nativo. Afinal, ninguém fala separadinho, verdade?

Já imaginou conversar com alguém que fala assim: “Oi. Meu. Nome. É. Tal. Bom. Dia. Como. Você. Está?”. Terrível, não. Eis a naturalidade e necessidade de ligarmos os termos, na fala.

Agora, trazendo o Inglês, vejamos um exemplo bem interessante.

Valendo-nos do nosso dia a dia para compreender o Connected Speech

Alguma vez você já se perguntou o porquê de o Whatsapp chamar assim? Afinal, pode até parecer um termo comercial vago.

Apenas um nome legal e sonoro para o aplicativo de mensagens.

No entanto, olhando atentamente, “Whatsapp” brinca com uma expressão regional bem comum do Inglês. Uma, dentre várias gírias do Inglês, e bem recorrente.

Perguntar a alguém “What’s up?” é querer saber “O que está rolando?”, “Como vão as coisas”.

Porém, na fala cotidiana, o “What is up?” acaba virando “Whazap?”.

Bastou remeter a “App”, que é diminutivo de “application” (aplicativo) e, voilà: um nome funcional, conectado à proposta e simples. Tudo isso com base no “Connected Speech”.

Interessantíssimo, não é mesmo?

Justamente por isso, falamos do quanto a intimidade favorece entender nativos do Inglês. Afinal, é nosso costume com a língua, com seus termos e gírias que nos proporciona isso.

Agora, tendo clareza profunda sobre a questão das ligações, exploremos outro fator: o como nos prepararmos e aprimorarmos para entender nativos do Inglês sem sustos.

Este é o um processo diário, que deve nos submergir neste idioma. Apenas assim, com planejamento e treino, seremos capazes de entender nativos do Inglês.

Dentre os meios principais, utilizaremos aquele mais acessíveis, possíveis pela internet.

Entender nativos do Inglês na prática diária

Quanto mais acostumados com algo, mais livres estamos, ao fazê-lo. E digo isso porque o princípio vale para tudo, em nossa vida.

Para entender nativos do Inglês, temos que naturalizar o idioma.

E como podemos fazê-lo? Incluindo-o em vários aspectos positivos de nossas vidas.

Isso porque, se transformamos os estudos em algo pesado e tedioso, o atrapalhamos. Por outro lado, se aprender se torna uma prazer, tudo flui melhor.

Os resultados são excelentes.

Justamente por isso, ao buscar entender nativos do Inglês com naturalidade, temos que:

  • Introduzir o Inglês em nossas vidas de maneira diária, fora da obrigação rígida de “estudo”;
  • Praticar o Inglês de forma constante e destemida, no dia a dia, com amigos, em redes sociais;
  • Inserir o Inglês em nossos momentos de lazer e divertimento.

Assim, num processo natural, nossa mente se adapta àquela realidade.

Como resultado, a junção natural entre as palavras, do Connected Speech, ganha todo o sentido.

Para ajudar você, preparamos uma série de dicas práticas e ótimas. Nelas, todas as três etapas apontadas são apresentadas de forma clara, simples e direta. Bastará a disciplina, e pronto!

Dentre as principais, aponto com prazer os artigos: como aprender inglês com séries, aprender Inglês com música e, claro, nossa lista definitiva: 65+ podcasts para aprender Inglês.

E não pare por aí. Todas as nossas matérias buscam desvendar o Inglês de maneira agradável e conectado ao cotidiano. Porque, assim, além de aprender mais e mais rápido, você aprende melhor.

É um prazer imenso ter você por aqui. E lembre-se: qualquer dúvida, basta falar conosco nos comentários.

Até mais, English-language learners!

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